segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

8º Curso de Gerenciamento do Stress

Com certificação da ISMA-BR e do CN Centre for Occupational Health & Safety, o curso será realizado dias 17 e 18 de junho, em Porto Alegre, RS, com a participação de Joseph J. Hurrell Jr, PhD. Ele é professor da St. Mary's University, em Halifax, Canadá, e membro do Centro Nacional do Canadá para Saúde e Segurança Ocupacional. Tem reconhecimento internacional pela sua produção científica na área do stress ocupacional e foi, por mais de 30 anos, pesquisador do Centro Americano para Controle e Prevenção de Doenças no National Institute for Occupational Safety and Health (NIOSH), nos EUA.
O objetivo do curso será capacitar os participantes por meio da apresentação das mais recentes pesquisas, práticas e discussão interativa de cases sobre stress ocupacional, usando o modelo desenvolvido pelo NIOSH.
 
Saiba mais: clique aqui
 
International Stress Management Association (ISMA-BR)
Fone: (51) 3222.2441 / fone/fax: (51) 3222.8598

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Fadiga Crônica

A fadiga crônica afeta o sistema de imunidade e o cérebro. Os principais sintomas da doença são: cansaço permanente, juntas doloridas e falta de memória. A pessoa que tem fadiga crônica geralmente deve planejar diminuir suas atividades, identificar as situações que a afetam negativamente no seu dia a dia e repensar seus objetivos de vida, estabelecendo prioridades. Para diagnosticar a fadiga crônica os sintomas mais comuns são febre, problemas de garganta e nódulos linfáticos, acompanhados de fadiga severa pelo menos pelo período de três meses.

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Stress e o coração

Um nível de stress elevado pode causar constrição nas artérias coronárias de pacientes cardiopatas, reduzindo o volume de sangue e oxigênio para o coração, sem qualquer dor ou sintoma que indique necessidade de tratamento. Isto explica por que algumas pessoas sofrem ataques cardíacos após lidarem com uma situação estressante. As pessoas com problemas cardíacos tendem a apresentar movimentos anormais nas paredes arteriais quando sob stress mental, apresentando um estreitamento das artérias. No entanto, elas raramente percebem as alterações fisiológicas e emocionais que ocorrem. Estudos realizados com pacientes cardíacos indicam que eles tendem a ter constrição arterial sem sintomas aparentes de três a quatro vezes mais seguido do que aqueles que ocorrem acompanhados de dor no peito.

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Os benefícios do yoga

A prática do hatha yoga retornou à popularidade dos anos 70 graças à fama de alguns dos seus praticantes (Julia Roberts, Dennis Quaid) e a filmes como "Sobrou para Você" com Madonna interpretando uma professora de yoga. Esta modalidade de exercício estimula a atividade física juntamente com o relaxamento mental. Os principais benefícios são aumentar a flexibilidade dos diferentes grupos musculares, melhorar a postura e desenvolver concentração. A parte mais importante é a respiração diafragmática que induz à maior eficiência do sistema respiratório, possibilitando controle emocional e redução do nível de stress. O yoga trabalha com a contração/relaxamento dos músculos em vez da repetição dos movimentos.

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Stress e hipertensão

O stress é um fator decisivo em muitos casos de hipertensão.  Os cardiologistas consideram que a pressão arterial está alta quando ultrapassa o limite de 140 por 90, aumentando o risco de derrame, problemas renais e cardiológicos. Outros fatores como colesterol elevado, consumo de tabaco e bebidas alcoólicas, alto nível de stress e vida sedentária aumentam substancialmente as chances de ataques cardíacos. As pessoas que tendem a reagir aos estímulos externos com mais frequência ou mais intensidade correm mais riscos. Se a pressão arterial da pessoa está elevada por ela estar muito estressada, é importante que identifique as situações que estão lhe causando stress mudando o que puder e evitando ou se adaptando ao que não tiver controle para mudar.

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Fobias


Algumas pesquisas americanas demonstram que certos medos (lugares fechados, altura, cobra) são respostas basicamente genéticas a situações que são introduzidas à pessoa como perigosas. Uma pessoa pode tornar-se fóbica presenciando o medo de outra, embora possa achar o medo irracional. Os especialistas americanos continuam indicando a confrontação como uma maneira eficiente de controlar as fobias. Esses mesmos estudos consistentemente demonstram que a maioria das fobias pode ser curada não através de medicação, mas com um tratamento que estimule a confrontação do medo. Terapias de comportamento funcionam bem para quase todas as fobias, com a possível exceção da agorafobia, que muitas vezes também requer a prescrição de medicamento. De qualquer forma a pessoa precisa aprender técnicas de autocontrole para que reprograme sua reação a situações que lhe geram fobias.

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Enxaqueca e biofeedback

O tratamento de biofeedback (uso de aparelhos eletrônicos sensores para monitorar as reações fisiológicas e emocionais) tem sido usado com sucesso juntamente com técnicas de relaxamento para tratar a enxaqueca. Algumas pesquisas americanas, realizadas com pessoas que sofrem de enxaqueca, indicam, em média, uma redução de 85% na duração e na frequência dos sintomas. As pessoas aprendem a monitorar os aparelhos de biofeedback, principalmente, a temperatura periférica das mãos e pés, pois a sensação das extremidades frias, geralmente, antecede a aura.  A informação visual e auditiva emitida pelos aparelhos de biofeedback possibilitam que a pessoa monitore suas reações fisiológicas e emocionais e consiga relaxar.