quarta-feira, 28 de julho de 2010

Stress e pessimismo

Para reprogramar seus pensamentos, considere que o otimismo não é apenas real, como é contagiante. Ele pode ser transmitido verbalmente ou através da comunicação não-verbal. Mas para ter sucesso é essencial que você se motive para mudar. Concentre-se nos pensamentos positivos interrompendo a corrente de mensagens negativas. Isto requererá disciplina mental. Por exemplo, se estiver preso num engarrafamento, em vez de pensar na sua pressa ou na irritação de não poder locomover-se, reflita nas suas realizações do dia anterior ou planeje o resto do seu dia. Acostume-se a substituir pensamentos negativos por positivos: em vez de pensar que está muito quente para jogar tênis, pense que está bom para nadar. Procure comentar algo positivo quando conversar com as pessoas, isto não apenas ajudará a melhorar sua atitude como reduzirá seu nível de stress. À medida que você aprende a relaxar possivelmente notará mudanças gradativas na maneira como se relaciona consigo mesmo e com os outros.

terça-feira, 27 de julho de 2010

Stress profissional

 Muitos sintomas de stress - dores musculares, pressão arterial alta, fadiga, taquicardia, ansiedade, angústia - têm sido atribuídos ao acúmulo das pressões profissionais. Alguns epidemiologistas americanos apontam certas características do trabalho como prováveis causas de stress. A sensação da falta de controle é uma das grandes responsáveis pelas doenças causadas pelo stress.
Pesquisas da International Stress Management Association no Brasil (ISMA-BR) indicam que os funcionários que têm grande responsabilidade, mas pouca autonomia para tomar decisões têm 67% mais chance de ter problemas de saúde. Esta é uma realidade enfrentada pelo executivo, que sofre pressões de superiores e subordinados, como pelo operário na linha de montagem. É importante que tanto a empresa quanto seus membros estejam conscientes dos fatores estressantes que partilham. Também devem se dispor a fazer as adaptações necessárias para proporcionar maior controle pessoal. Quando todos estão satisfeitos, lucram funcionários e empresas.

sexta-feira, 23 de julho de 2010

Stress e comunicação

Algumas pessoas são muito fechadas e respondem a perguntas com monossílabos. Quando se tenta estabelecer um diálogo com elas, se pode ser acusada de falar demais ou de bisbilhoteira. Certamente, toda pessoa necessita ter sua privacidade, mas isto não quer dizer ser misteriosa. Se o indivíduo se recusa a dialogar, ele está essencialmente se alienando do relacionamento. Se a situação persistir, poderá afetar a confiança mútua e o equilíbrio da relação. É claro que não se tem controle sobre a decisão dele falar. No entanto, se pode expressar o pensamento (necessidades, medos e frustrações), e perguntando se a sua maneira de ser (comportamento, atitude) está causando empecilhos para que o diálogo ocorra.

segunda-feira, 26 de abril de 2010

Compulsão de comer

Algumas pessoas quando estão estressadas, comem compulsivamente, mesmo sem ter fome. Na nossa sociedade, a comida tem uma conotação altamente social e emocional. Em geral, nos reunimos com pessoas para comer ou beber. Também compensamos nossas frustações de maneira similar. A constatação "tive um dia estressante" normalmente é uma permissão para a pessoa indulgenciar em gulodices. Para quebrar este vínculo de gratificação oral, em primeiro lugar identifique porque quer comer (fome, condicionamento ao horário das refeições ou fatores emocionais).

Se a causa for emocional, pergunte-se "como isto que eu quero comer vai me ajudar a lidar melhor com meu problema"? Dependendo da sua resposta, talvez queira dar atenção à emoção de outra forma. Planeje passar alguns momentos ao ar livre, caminhando ou respirando fundo, ou simplesmente se concentrando em relaxar a mente e destensionando os músculos do corpo. Afinal comer não é uma solução para a angústia, a solidão ou ansiedade que você está sentindo, mas um paliativo que logo poderá trazer-lhe novos problemas: o dos quilinhos extras.

Stress infantil


Algumas crianças ficam desmotivadas e se queixam de dor de cabeça ou de barriga. Nos exames solicitados pelo pediatra, não é identificada uma causa para a dor. Não é que eles estejam mentindo. Com frequência, as crianças sentem dificuldade para lidar com as demandas do dia a dia, muitas delas impostas pelos adultos. Em consequência, podem apresentar sintomas físicos, emocionais e comportamentais criando sequelas que poderão influenciar seu futuro. Sem dúvida, as crianças podem sofrer de dor de cabeça, insônia, depressão, ansiedade, entre outras reações relacionadas ao stress.
É importante avaliar juntamente com a criança as responsabilidades que ela tem e como se sente em relação a elas. Também avalie se essas responsabilidades são compatíveis com a idade dela. Em vez de criticar a criança, oriente-a para que lide com as situações estressantes de forma positiva. Assim ela desenvolverá autoconfiança e interpretará as dificuldades como desafios. Caso contrário poderá tornar-se desde cedo uma vítima do stress.

quinta-feira, 15 de abril de 2010

Biofeedback e dor crônica

 Os aparelhos de biofeedback podem auxiliar no tratamento da dor crônica. O equipamento vem sendo indicado pelo Instituto Nacional da Saúde, nos Estados Unidos, como o método não medicamentoso mais eficiente para o tratamento de dores crônicas. Segundo o Instituto, embora a eficácia da intervenção varie de acordo com a personalidade e disciplina mental do paciente, todas as pessoas experienciam alguns benefícios. Os pesquisadores identificaram os pacientes que sofrem de dor de cabeça tensional, fibromialgia e artrite como os que mais podem beneficiar-se do uso de biofeedback.
O tratamento possibilita reeducação do paciente através da monitoração de aparelhos sensores eletrônicos que propiciam feedback visual e auditivo. O indivíduo é treinado a controlar fisiologicamente suas funções fisiológicas (tensão muscular, aceleração cardíaca, pressão arterial, sudorese, atividade mental, entre outros). Juntamente com a parte comportamental do tratamento de biofeedback, a pessoa aprende técnicas cognitivas que lhe permitem alterar os padrões de comportamentos disfuncionais.

domingo, 11 de abril de 2010

Disciplina mental

Pessoas ansiosas podem aprender a relaxar desde que desenvolvam uma resposta de relaxamento para substituir as suas reações.. A técnica de relaxamento mais básica e eficiente é a respiração abdominal. Inspire pelo nariz dilatando os músculos do abdômen e expire pelo nariz ou pela boca contraindo os músculos. Concentre sua atenção em desenvolver uma respiração profunda e rítmica e relaxar seus músculos. A seguir, prepare-se para enfrentar a situação que lhe deixa ansiosa. Se tiver controle sobre ela, mude-a para que se torne mais gerenciável. Caso contrário, procure racionalizar a situação. Manter um diário das coisas que lhe causam ansiedade é uma excelente maneira de ativar seu autocontrole. Quanto mais automática for sua reação ao relaxamento para lidar com as situações que a deixam ansiosa, mais se sentirá em controle das suas emoções e do que lhe causa stress.