quarta-feira, 31 de julho de 2013

O lado bom do estresse

Manter a tensão elevada pode melhorar a memória
A tensão elevada é vista como inimiga do bem-estar. Mas trabalhos recentes ao redor do globo demonstram que essa sensação pode auxiliar no armazenamento das lembranças. "Quem fica relaxado em reuniões, por exemplo, tende a não memorizar boa parte da discussão. Se a pessoa está um pouco estressada, a concentração aumenta e, aí, os fatos são retidos", pondera a psicóloga Ana Maria Rossi, presidente da International Stress Management Association do Brasil. Só que há um detalhe: isso vale para casos em que esse estado de excitação não seja intenso ao extremo ou dure muito mais do que uma hora. Caso contrário, a mente entra em pane.
 

segunda-feira, 29 de julho de 2013

Afaste o stress da rotina e fique mais feliz e bonita

Respiração ofegante, coração acelerado, crises de choro, ansiedade. De repente, essas sensações passaram a fazer parte da sua vida? Então é hora de parar e repensar a sua rotina. Esses sintomas podem ser um sinal de stress, doença que mais afeta as pessoas hoje, foi o que alertou a médica dermatologista Adriana Vilarinho no último seminário promovido pelo LIDE MULHER (Grupo de Mulheres Líderes Empresariais), evento que a BOA FORMA apoia. “O ritmo intenso de trabalho é o que dita a vida das pessoas hoje. O período para descansar e cuidar de si mesmo é cada vez menor”, disse a especialista. Segundo uma pesquisa da Isma Brasil (International Stress Management Association), 70% dos brasileiros economicamente ativos sofrem do problema. E as mulheres merecem atenção especial nesse quesito. “Após uma situação de conflito, elas têm mais chances de desenvolver um problema cardíaco do que os homens”, conta a especialista. Adriana lembra ainda que o nível de stress e o estilo de vida determinam 60% das doenças e 50% das mortes. E o problema também reflete na beleza. “Falta oxigenação na pele e ela perde o brilho. Também aumentam as chances de  flacidez, manchas, rugas e acne", revela.

Fonte: Revista Boa forma, julho 2013.

sexta-feira, 26 de julho de 2013

Drible a urgência e curta o agora

A vida está tão corrida para todo mundo que parece que a gente se acostumou a viver com pressa, já percebeu? De tão comum, o comportamento ganhou status de doença moderna: a doença da pressa. A psicóloga Ana Maria Rossi, presidente da International Stress Management Association (ISMA-BR), explica que, para ser diagnosticada, você precisa apresentar duas características: pressa constante e injustificada, isto é, sem um motivo concreto, como chegar a uma reunião ou consulta médica. “Dificilmente a pessoa reconhece ter o problema, pois o comportamento é automático e vira parte do dia a dia. Por isso, o tratamento é tão difícil”, fala. Stress, cansaço, dores musculares, dificuldade de concentração, insônia e agressividade são alguns dos prejuízos dessa doença dos dias de hoje.
 
Fonte: Revista Boa Forma, julho 2013.
 


quarta-feira, 24 de julho de 2013

Menos stress, mais energia é tema de reportagem na revista Claudia


Diante de qualquer situação difícil, a frase vem logo: “Ai, que stress!” Cansaço, nervosismo, angústia, indecisão...Tudo passou a ser definido como tal. Isso não é bom: segundo a psicóloga Ana Maria Rossi, presidente da International Stress Management Association (ISMA-BR), organização que atua na prevenção e no tratamento desse mal, o primeiro passo para combater o inimigo é saber reconhecê-lo. “O stress nada mais é do que um processo natural de adaptação do corpo”, afirma a expert. Diante de uma situação de perigo, importante ou decisiva – como demissão, promoção, apresentação ou até uma gravidez - , nosso organismo reage para nos  ajudar a enfrentar o evento. Por exemplo: a respiração torna-se ofegante e o coração acelera. Então, observe-se para ver se está mesmo estressada. Quanto mais a situação se prolongar, pior. E, como o mundo lá fora não muda por você, será preciso aprender a administrar o stress.

Fonte: Revista Claudia, julho de 2013.

segunda-feira, 22 de julho de 2013

Aprenda a lidar com as notícias ruins sem se isolar da realidade


Acompanhar o noticiário para saber o que acontece no mundo é mais do que natural, mas se aprofundar nos detalhes de crimes violentos, guerras, desastres naturais e inúmeras outras tragédias pode custar caro à saúde. "A mente não distingue o estresse das situações reais ou imaginárias" explica o psicólogo Armando Ribeiro, coordenador do Programa de Avaliação do Estresse do Hospital Beneficência Portuguesa de São Paulo. Portanto, assistindo a esse tipo de cena, potencialmente estimulamos a produção dos hormônios do estresse, mesmo se estivermos em segurança, dentro de casa. Alguns destes hormônios são o cortisol e a noradrenalina que, uma vez liberados, provocam o aumento da frequência cardíaca, da pressão arterial e da tensão muscular, deixando todo o corpo em estado de alerta. Segundo o especialista, quanto maior for a referência à realidade de quem assiste, maior o potencial de determinada notícia de provocar estresse. Um crime ocorrido na própria cidade ou acidentes semelhantes a situações já vivenciadas, por exemplo, têm mais poder de desestabilizar emocionalmente. "Nossa realidade é formada a partir das informações que coletamos ao nosso redor e interpretada individualmente. Se fontes diferentes passam a descrever um panorama de terror, nossa mente toma esse cenário como verdade absoluta. Em consequência, o corpo vai tentar se adaptar ao mundo como ele é percebido subjetivamente" explica Ribeiro.
De acordo com a psicóloga Ana Maria Rossi, presidente do braço nacional da entidade International Stress Management Association (ISMA BR), pessoas mais sensíveis podem até desenvolver transtorno do estresse pós-traumático só por acompanharem a cobertura de uma tragédia pela mídia. "Esse transtorno é diagnosticado quando, mesmo alguns dias após o contato com o acontecimento, a pessoa não consegue executar suas tarefas cotidianas e apresenta dificuldades para dormir, sente dores musculares ou vontade de chorar sem motivos", esclarece.
"O estímulo visual é o pior de todos e o mais difícil de esquecer. Por isto, quem já sabe que é facilmente impressionável deve evitar assistir vídeos que mostram tragédias", recomenda Ana Maria Rossi.
Por fim, deixe para se atualizar sobre os acontecimentos no começo do dia e reserve o final da tarde e a noite para práticas relaxantes, que promovem um sono tranquilo. "Uma ótima ideia é substituir o hábito de acompanhar o noticiário da noite por uma leitura de poesia, romance ou filosofia, pela prática de um hobby ou por uns minutos de meditação", sugere Ribeiro.

sexta-feira, 19 de julho de 2013

Dia do amigo

A presença do melhor amigo na vida das pessoas é ainda mais importante do que se pensava – especialmente durante experiências negativas. Um estudo da Universidade de Concordia publicado na revista Developmental Psychology e conduzido com a colaboração de pesquisadores do Centro Médico do Hospital Infantil de Cincinnati descobriu que uma companhia amiga nessas situações tem um impacto imediato sobre corpo e mente das crianças. Um amigo fiel pode até minimizar os efeitos de um momento ruim.
Isso acontece porque os sentimentos de autoestima e os níveis de cortisol (um hormônio produzido naturalmente pela glândula adrenal em resposta direta ao stress) dependem muito do contexto social de uma experiência negativa. “Se uma criança está sozinha quando entra em apuros com um professor ou tem uma discussão com um colega de classe, vemos um aumento considerável nos níveis de cortisol e diminuição do sentimento de autoestima”, disse William M. Bukowski, coautor do estudo. Para descobrir isso, 55 meninos e 48 meninas da quinta e sexta séries de escolas locais de Montreal, no Canadá tiveram seus sentimentos e experiências monitorados ao longo de quatro dias. Eles também fizeram testes regulares de saliva para monitorar seus níveis de cortisol.
Já era fato conhecido que as amizades fazem bem para as crianças a longo prazo, mas este estudo prova que a presença de um amigo traz benefícios imediatos em experiências negativas. O resultado também dá mais uma pista sobre como formamos nossa identidade adulta a partir de experiências infantis. Nossas reações fisiológicas e psicológicas quando somos pequenos causam impactos em nossa vida mais tarde. O aumento de stress pode realmente retardar o desenvolvimento de uma criança, já que a secreção excessiva de cortisol pode levar a significativas alterações fisiológicas, incluindo a supressão imunológica e diminuição da formação óssea, por exemplo. Nossos sentimentos de autoestima nessa fase interferem muito em como vamos nos ver quando adultos. Sim: mesmo que percamos o contato com o tempo, devemos muito do que somos hoje aos nossos amigos de infância.

Fonte: Revista Super Interessante – edição 26/1/12

quarta-feira, 17 de julho de 2013

ISMA-BR no programa Mais Você


Não perca a participação da ISMA-BR no programa Mais Você, da TV Globo, que será veiculado sexta-feira, dia 19/7 às 8h30. Para comemorar o Dia do Amigo, o programa tratará sobre o impacto da amizade na saúde e na felicidade das pessoas, que pode diminuir em até 48% a chance de adoecimento. 63% das mulheres e 51% dos homens dependem dos amigos para lidar com situações estressantes. No entanto, 91% delas se sentem mais úteis confortando as amigas com problemas do que compartilhando o sucesso delas. Ana Maria Rossi, presidente da International Stress Management Association no Brasil (ISMA-BR), falará sobre os benefícios de cultivar amizades e o papel das redes sociais nos relacionamentos, dando dicas para os mais solitários.












 



segunda-feira, 15 de julho de 2013

Síndrome de burnout


As características principais da síndrome de burnout são exaustão física e mental, ceticismo e ineficácia. Ela tem sido relacionada ao trabalho e é responsável por inúmeros sintomas e doenças, causando ainda insatisfação e falta de motivação. O assunto foi abordado no programa  Vida e Saúde da RBSTV do dia 13 de julho de 2013. Entrevistada pela apresentadora Laura Medina, a psicóloga Ana Maria Rossi, presidente da ISMA-BR, explica as causas e as consequências do burnout dando dicas para você se manter saudável. 

Assista ao programa completo, veiculado no dia 13 de julho de 2013. Acesse: http://migre.me/ft8Ri

sexta-feira, 12 de julho de 2013

Férias e stress

Algumas pessoas se surpreendem ao saber que tirar férias pode ser estressante. Um estudo da International Stress Management Association no Brasil (ISMA-BR), associação que objetiva a prevenção e o tratamento do stress, com 678 pessoas, de 25 a 55 anos, revela que 38% delas se sentem estressadas com a perspectiva de sair da sua rotina. O stress de férias é parcialmente causado pelo planejamento e preparação que requerem, as mudanças impostas aos hábitos diários (hora de dormir, dieta e exercício físico) e o acúmulo de responsabilidades no retorno. Isto sem falar nas diferenças de fuso horário, costumes e idiomas no caso de viagens internacionais. Para diminuir o seu nível de stress, delegue tarefas, priorize suas atividades e estabeleça seus objetivos para esse período. Enquanto os homens geralmente veem as férias como um período para si, as mulheres as veem como uma oportunidade para fazer tudo aquilo que não tiveram tempo para fazer durante o ano. Acima de tudo, seja flexível, permitindo-se trocar de planos, se necessário. Seguir uma agenda rígida, quando você gostaria de estar fazendo outra coisa, é frustrante.

quarta-feira, 10 de julho de 2013

Exercícios ajudam o cérebro a ser mais resistente ao estresse


A atividade física reorganiza o cérebro de forma a se tornar mais resistente ao estresse, de acordo com uma pesquisa da Universidade de Princeton, nos EUA, publicada no “Journal of Neuroscience”.
Testes com camundongos mostraram que quando eles mantinham atividade física regular e experienciavam algo estressante - como exposição à água fria - o cérebro deles apresentava um aumento da atividade dos neurônios que cortava a emoção no hipocampo ventral, região do cérebro que regula a ansiedade. Para a experiência, um grupo de camundongos corria na roda enquanto que outros eram sedentários. Eles corriam em média quatro quilômetros por turno e depois de seis semanas eram expostos a água fria por um curto período de tempo.
Estas descobertas mostram que os exercícios reduzem a ansiedade enquanto também promovem o crescimento de novos neurônios no hipocampo ventral. Como estes novos neurônios são potencialmente mais excitáveis do que seus homólogos mais velhos, o exercício deveria resultar em mais ansiedade e não menos. Mas os pesquisadores de Princeton descobriram que o exercício também fortalece os mecanismos que previnem a perda das células cerebrais.
O impacto da atividade física no hipocampo ventral não tinha sido explorada profundamente, afirmou a autora Elizabeth Gould, professora de Psicologia da universidade. Ao fazer isto, a equipe apontou células cerebrais e regiões importantes para a regulação de ansiedade que podem ajudar cientistas e compreender melhor o tratamento de transtornos de ansiedade, segundo a pesquisadora.
“Entender como o cérebro regula o comportamento ansioso nos dá pistas que podem ajudar pessoas com transtorno de ansiedade. Isto também nos mostra como o cérebro se modifica para responder ao meio ambiente”, disse a professora em nota.